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Olá amigos!

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domingo, 16 de setembro de 2012

Interpretação de imagens- propaganda


01. As figuras espalhadas acima da cabeça das crianças representam
( A ) brinquedos.
( B ) figurinhas de álbum.
( C ) material escolar.
( D ) novos conhecimentos.

02. A propaganda tem como assunto principal
( A ) a importância de saber mais.
( B ) a necessidade de se divertir.
( C ) a lembrança dos brinquedos preferidos.
( D ) o desejo de se manter criança.

03. Essa propaganda serve para
( A ) ensinar a colecionar figurinhas.
( B ) convencer os pais a comprar presentes.
( C ) incentivar a curiosidade das crianças.
( D ) informar sobre descobertas científicas.

04. Em “ Seja curioso!” o ponto de exclamação serve para
( A ) expressar uma dúvida.
( B ) fazer uma pergunta.
( C ) finalizar a idéia.
( D ) reforçar o conselho.

Edil Silva

Texto do caipira






O caipira andava ao longo da estrada seguido de dez cavalos. Nisso, veio um automóvel
e o motorista gritou para o caipira:
– Você tem dez. Mas eu tenho duzentos e cinqüenta cavalos! – E – vrruuum! – saiu em disparada!
O caipira continuou seu passo. E lá na frente estava o carro virado dentro do rio, ao lado da ponte.
Ai, o caipira falou pro motorista:
– Oi, cumpadre! Dando água pra tropa, é?

ZIRALDO. As últimas anedotinhas do bichinho de maçã. São Paulo: Melhoramentos, 2001.

Entendimento do texto:
1. O texto é :
(A) uma notícia
(B) uma piada.
(C) uma fábula
(D) uma receita

2. Que palavra do texto indica o modo de falar de uma pessoa que mora no meio rural?
(A) Cumpadre.
(B) Disparada.
(C) Passo.
(D) Tropa.

3. O humor deste texto está nos dois sentidos dados à palavra cavalo pelo caipira e pelo motorista.
Suponhamos, que eu desejasse mudar o sentido da frase - Você tem dez. Mas eu tenho duzentos e cinqüenta cavalos!, explicando a diferença entre os dois sentidos dados à palavra cavalo. Ela ficaria assim:
(A) – Você tem dez cavalos e o motor de meu carro tem duzentos e cinqüenta cavalos.
(B) – Você tem dez carros e eu tenho duzentos e cinqüenta cavalos.
(C) – Você tem dez cavalos e eu tenho duzentos e cinqüenta cavalos.
(D) – Você tem dez cavalos e eu tenho duzentos e cinqüenta carros

O ÚLTIMO A ENTRAR


 
Só são permitidos seis em pé; como é que já haviam entrado sete naquele ônibus de fim de linha em West Hampstead? É que o trocador não tinha visto.
O chofer viu, no momento de dar partida:
- Tem um sobrando aí atrás.
E não deu partida. O trocador contou os passageiro em pé: é verdade, estava sobrando um. Qual? Naturalmente o que entrara por último.
- Quem é que entrou por último?
O diabo é que haviam entrado todos praticamente ao mesmo tempo.
- Um dos senhores tem que descer.
Cada um olhou para os demais, esperando que alguém se voluntariasse. Ninguém se mexeu.
- Como é? Alguém tem de sair.
O chofer veio de lá, em auxílio do colega. Fez uma preleção sobre o cumprimento da lei, ninguém se comoveu.
- Vamos chamar um guarda – sugeriu ao trocador.
Saíram do ônibus, cada um para o seu lado, à procura de um guarda.
Um velhinho, alheio ao impasse, entrou muito lépido no ônibus, aumentando para oito o número de passageiros em pé. Em pouco voltava o chofer, acompanhado de um guarda. O guarda foi logo impondo respeito:
- Salte o último a entrar.
O bom velhinho não vacilou: com autoridade não se brinca. Sem querer saber por que, do jeito que entrou, tornou a sair. O chofer, secundando com um olhar vitorioso a decisiva atuação do guarda, foi se aboletar de novo ao volante. Não sem uma última olhada pelo espelhinho sobre os passageiros em pé: um dois, três, quatro, cinco, seis, ué, que história é essa? Continuavam sendo sete?
- Ainda tem um sobrando.
E veio de lá, disposto a conferir. Não tinha dúvida: voltaram a ser sete.
- Um vai ter que sair.
Os passageiros continuaram firmes – cada um plenamente de acordo, desde que fosse outro a sair. Um deles, já irritado, e por estar mais perto da porta, cometeu a imprudência de deixar o ônibus para buscar de novo o guarda, que já ia longe. Os outros sugeriram ao chofer:
- Aproveita agora. Só tem seis, toca o ônibus.
Faltava o trocador, que ainda não havia voltado. O chofer convocou às pressas outro trocador nas imediações, que a companhia costumava deixar de plantão no fim da linha:
- Entra aí e vamos embora, que já estou atrasado.
O novo trocador assumiu o posto, e quando o ônibus já ia arrancando, deu com o velhinho ali firme junto ao poste:
- E o senhor?
- Esperando ônibus.
- Então entre.
O velhinho entrou, o ônibus partiu.
(SABINO, Fernando. A inglesa deslumbrada. 3a. Edição. Rio de Janeiro, Editora Sabiá, 1969)

Com base no texto, responda às questões:
1. A situação descrita passa-se dentro de quê e onde?
a. ( ) avião, num aeroporto francês
b. ( ) metrô, na cidade de São Paulo
c. ( ) ônibus, numa estação rodoviária na Inglaterra
d. ( ) transatlântico, num cais de porto na Itália.

2. Havia uma determinação sobre a quantidade de passageiros que podiam viajar em pé e alguém percebeu que havia excesso. Quantos podiam viajar em pé e quem percebeu o excesso? _______________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________
3. Mesmo ouvindo a ordem de descer, nenhum dos sete passageiros em pé, se mexeu, pois:
a. ( ) todos entraram juntos no ônibus 
b.( ) o guarda ainda não havia chegado
c. ( ) o chofer não tinha feito sua preleção 
d. ( ) cada um esperava que o outro saísse

4. Como ninguém resolvesse desembarcar, surgiu a ideia de chamar um guarda. Quem teve essa ideia? ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
5. Quando o guarda ordenou que descesse o último a entrar, foi logo atendido. Isso resolveu o problema?
( )sim ( ) não 
Por quê?____________________________________________________________________________
6. Quando o ônibus finalmente partiu, estava de acordo com a determinação legal? ( ) sim ( ) não
Por quê? ___________________________________________________________________________

7. Qual teria sido a intenção do autor ao narrar essa história?
a. ( ) Demonstrar que sempre há alguém desrespeitando as leis.
b. ( ) Os ônibus sempre trafegam com excesso de passageiros.
c. ( ) Na Inglaterra, as leis são respeitadas por todos.
d. ( ) Os idosos têm sempre prioridade e por isso é permitido não cumprir a lei.

8. Marque a frase cuja palavra “linha” tem o mesmo significado da usada no texto: “… haviam entrado sete naquele ônibus de fim de linha…” (par. 1).
a. ( ) O ônibus ficou parado ali no fim da linha.
b. ( ) Pode confiar nele, pois é pessoa de linha.
c. ( ) Quero que plantem essas árvores em linha.
d. ( ) A linha era muito grossa, por isso não entrava no buraco da agulha.

9. Preencha as lacunas com as palavras comprimento ou cumprimento, de acordo com o sentido a ser empregado:
a. “Seu” guarda, o _______________ da linha é enorme.
b. E a empresa exige o _________________ do horário?
c. É só atrasar ou adiantar que vem bronca deste _________________
d. E os passageiros? Sabem que estão sujeitos ao _____________ da lei?
e. Se não sabem, com o senhor lá, vai haver o ________________imediato.
f. E não vai me comover o _____________ da fila. Lei é lei.